"Cirurgia plástica não é Casas Bahia". Assim reage o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, diante do aumento dos planos de consórcios e de financiamentos para esse tipo de serviço.
Segundo Sérgio Levy encontram-se no mercado planos semelhantes ao de compra de veículos, em que a operação é dividida em até 48 vezes, além de parcelamentos, facilidades com pré-datados, descontos na contratação casada com outros serviços estéticos.
De acordo com o presidente da entidade não se pode vender uma cirurgia de maneira semelhante a um carro ou apartamento. "Cirurgia plástica e a medicina são assuntos sérios" - finalizou.